segunda-feira, outubro 29, 2007

bem, o óbvio se confirma e seus preços despencam... poucos dias para a TV digital em terras brasileiras.

quarta-feira, agosto 01, 2007

Preço de Monitores LCD

Venho acompanhando nos últimos meses os preços dos monitores de LCD de diversar marcas, tamanhos e modelos. Coloco então, os seguintes dados coletados por mim em uma questão particular

O preço está despencando de uma maneira absurda. Em pesquisas realizadas em sites de busca por preço, constatei que um monitor comprado por mim de 19 polegadas da marca LG no mês de janeiro, teve uma queda de 24.62% em seu preço aé 30 de junho de 2007 (considerando o preço mais barato na pesquisa feita). Se formos acompanhar no mesmo período do início do ano vamos ter os seguintes valores. IGP-DI com 1,44 e IPC com 2,51. A conclusão é que o preço deste tipo de produto de informática e de entretenimento digital, tende a cair, e está de uma vez por todas já no gosto popular.

segunda-feira, julho 30, 2007

Sobre novas telas

Um dia desse estava indo para algum lugar, acho que era uma festa a cerca da Paulista, peguei o metrô na cidade de São Paulo, cerca de quatro monitores duplos por vagão.

Obrigado por lerem

Abs

Fabian

segunda-feira, abril 02, 2007

Telas: A Invasão!

Há muito tempo não escrevo neste espaço, mas pretendo deixá-lo atualizado. Volto a escrever, pois sinto a necessidade de comentar o que achava um ano atrás. Mesmo alguns considerando era muito óbvio o que eu estava vendo, venho aqui só para contar algumas experiências.

1. Há um mÊs atrás mais ou menos, entrei em um ônibus que possuía telas de LCD, passando conteúdo e comerciais. Não era um ônibus intermunicipal, era um ônibus de linha na cidade de São Paulo.

2. Alguns metrôs tinham telas esperando serem ligadas, como faz um tempo que não ando de metrô, me parece óbvio o que irá acontecer.

3. LCDs de celulares novos giram a 90 graus, apenas alguns modelos.

Sem mais por hoje

Fabian

dá uma lida
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL12816-5605,00.html

terça-feira, abril 18, 2006

Movendo a Tela

Não tenho escrito nos últimos meses, mas devo voltar ao assunto. Na verdade estive nos últimos meses voltando meus estudos, pesquisas e opiniões, para outros assuntos, que algum dia irão atingir o cinema digital como um todo. Digo da criação a sua exibição.

Esses assuntos se referem a que hoje atingem mais ao mercado "web" mas que fiquei indagando quanto ao mercado do cinema Digital e suas expansões. São questões como acessibilidade e mobilidade. Alguém poderia perguntar o que estas tecnologias tem a ver com o próprio cinema digital, daí eu me lembro que o PSP, video-game portátil da SONY, já possui um tela 16x9, a mesma proporção encontrada

A tecnologia anda a passos largos neste sentido, e o usuário final já aproveita algumas utilidades neste sentido em vários aspectos. Podemos imagina o batalhão de informações que andam sendo trocadas todos os dias, não digo somente em bytes, mas em um sentido analógico-humano, se é que posso chamar assim todos os dias como a internet, imaginem agora filmes ao vivo em inúmeros suportes portáteis transmitidos ao vivo. Bem acho que pra bom entendedor meia palavra basta.

Vou deixar a idéia para que venha a ler este blog comece a pensar sobre o mercado móvel do cinema digital, assim como alguns profissionais andam pensando, não acredito na convergência como algo que vá acontecer como achavam alguns há anos atrás que tudo iria para o computador (telefone / tv / dvd / video-game), acredito que existe inúmeros maneira de isso acontecer, a convergência tem mais a ver com a mídia transitanto (divergindo?) em alta velocidade para todas os dispositivos, desktop, palm , celular, umpc, ipod, psp ou qualquer outro dispositivo semelhante. Quando falamos por exemplo em Wimax (http://en.wikipedia.org/wiki/Wimax) começo a pensar em cinema em movimento em telas 16x9 andando por aí, cinema ao vivo a 80km por hora. Quem não gostaria de entrar neste mercado, fico pensando se isso acontessece nos tempos áureos do cinema na Boca do lixo, bem deixo em aberto para comentários, volto em breve.

Abraços a todos

segunda-feira, novembro 21, 2005

Bem, vamos continuar, pois, navegar é preciso!

Basicamente, li rapidamente o texto da DCI, e mais uma vez me sinto atrasado como profissional, como brasileiro e como pessoa. Junto a este texto achei um pdf interessante pela internet, no qual qualificava as ações de piratas da propriedade intelectual americana, este me assustou um pouco. O embargo proposto pelas entidades responsáveis, em um futuro próximo caso alguns países não assumam políticas anti-pirataria, é tudo o que pode nos deixar mais décadas nas sombras da "mega-corporações" e do subdesenvolvimento.

Entretanto deverei pincelar, algumas questões em que os dois textos se cruzam e o que seria importante. Traterei nesta postagem apenas uma questão, a inicial: Qual o caminho para o Cinema Digital?

Essa pergunta, para muitas pessoas, pode parecer simples, como ouvi muita gente por aqui em São Paulo e tambén Rio de Janeiro, comentando "com estas câmeras digitais é só pegar e fazer". O que tenho pra falar sobre estes comentários, é que a propaganda das grandes indústrias de equipamento deu certo. Digo isso, pois não vejo esta possibilidade como uma real situação de nosso mercado e de nossa cultura audiovisual. Como a maioria dos profissionais de fato sabem, nosso mercado esta dividido em 3 grandes esferas

1 - Produção
2 - Distribuição
3 - Exibição

Estas recentes tecnologias e barateamento destas, ajudou uma parte da captação, na verdade a captação e a pós-produção, mesmo que com uma captação de qualidade questionável. Este mesmo processo não aconteceu com a Distribuição e a Exibição, me refiro em escala. Não aconteceram vários canais de distribuição e as possibilidades de exibição em Salas de Cinema, espaços alternativos, ou ainda mídias e espaços alternativos, mesmo online.( ver alternativa Porta Curtas - http://www.portacurtas.com.br/index.asp)

Quando falamos de cinema digital, ainda referimos ao "cinemão" captado em Vídeo Digital e com projeção mecânica. (ver alternativas em Teleimage - http://www.teleimage.com.br/html/fs_sp_ideia.htm e Rain Networks - http://www.rain.com.br


Bem, vou ficando por aqui e sem revisar o texto mesmo, me desculpem, quem sbe um outro dia eu tenha paciência para corrigir.


Abs

Fabian Gamarra






segunda-feira, agosto 01, 2005

Mercado Refém


(ESTE POST FOI COPIADO DE UMA LISTA QUE PARTICIPO COM ALGUMAS ALTERAÇÔES)

Olá para todos,

Bem, vou entrar na conversa. Não acredito muito na democratização do cinema Digital também, e esperava ancioso sobre as decisões dos conselhos internacionais sobre a projeção e distribuição digital. (já baixei o pdf e não tive tempo para ler). Vejo que sempre estamos a margem de toda uma tecnologia que chega desfarçada para nós. Pode parecer teoria da conspiração, mas não acho que uma empresa do porte das que decidem o futuro do cinema e do audiovisual (além da ISO) não tenha planos de ataque para tais e tais mercados. Não acredito nestes filmes "revolucionários" como os Dogmas. A falta do conhecimento técnico parece sempre deixar a gente a um imenso salto e uma eterna economia emergente. Exemplificando, temos as novas HDVs da Sony e suas "supercâmeras HD", vejo um salto de patamar e mercados bem diferentes. Todos acham que podem fazer, enquanto a conjuntura do audiovisual brasileiro não suporta tais sonhos de realizadores. No ano passado durante a MOstra Internacional de São Paulo, vi em uma palestra sobre cinema digital, um diretor dizendo que tinha feito seu filme com 100 ou 200 mil reais, e que havia chegado a 1 milhão na finalização, sendo seu filme captado em Mini-DV, Não acho que isso seja uma democracia para se alcançar um filme a tela.


Para mim, o print vai continuar caro por um tempo, e a distribuição digital não chegará de repente e tomará conta de nossas salas. É assim que vejo. Essa situação de nosso cinema e audiovisual, que poderá ser a faca de dupla ponta que ataca o mercado brasileiro, pois podemos criar devido a toda a nova tecnologia, porém reféns de uma estrura maior que envolve desde tecnologia à questões políticas, econômicas e culturais do mercado internacional. Não vejo um bom horizonte, a não ser que decidamos atacar também, mas de maneira inteligente e eficaz através das novas tecnologias de acesso rápido com uma longa transformação cultural... mas esse é papo para outro Post.


Abraços

Fabian