sábado, julho 16, 2005

DVX 100 e o Cinema Nacional (parte I)

Olá, é mais uma madrugada fria em Poços de Caldas, onde passo uns dias, e escrevo esta primeira postagem para relatar um pouco das minhas experiências com esta câmera que acabou fazendo um "frisson" em 2003. Esta reação veio com a promessa de que a câmera estaria trabalhando a 24P, ou 24qps com sua imagem sendo captada de maneira progressiva e não de maneira entrelaçada como de costume nas câmeras de vídeo. Este fato não é tão simples assim, como parece ter chegado aos ouvido de todos.

Tive a oportunidade de começar a trabalhar com ela de fato no início de 2004 quando rodamos um teste para um curta, o qual iríamos transferir para 35mm. Lembro-me que o fotógrafo ficou estudando os recurosos novos, assim como "cinelike" que conseguia baixar os tons das cores par um parâmetro aceitável. Acredito que os menos profissionais e/ou estudantes já tiveram a chance de perceber o quanto o vermelho no NTSC é complicado na captação em Vídeo. A preocupação pairava no ar, pois ninguém da equipe gostava dos resultados tradicionais de vídeo quando passados para a película. Felizmente após os teste com o 24PA vimos do que a câmera era capaz. O resultado da câmera foi muito boa.


Acredito que a câmera DVX-100 seja uma excelente opção em termos de custos para a captação de documentários no Brasil e e em todo país em desenvolvimento, que queiram tranferir o material para 35mm e isso justifica o título desta postagem. Vejo como uma câmera que cria uma opção de custo-benefício, para aqueles que queiram um bom resultado de imagem e sem o flicagem comum do vídeo 29,97. Lembro-me de uma cena do filme Peões do Coutinho, no início do filme feita a partir de um carro, que me incomodou muito, justamente por este motivo. Não conseguia ver muita coisa e imagem ficava toda borrada. Não vou escrever ainda mais, para ver se alguém se manifesta.


Abraços

Fabian

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